{"id":1751,"date":"2013-10-07T23:08:12","date_gmt":"2013-10-08T02:08:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/?p=1751"},"modified":"2013-10-07T23:08:12","modified_gmt":"2013-10-08T02:08:12","slug":"clipping-ciclovias-ficam-para-amanha-nas-maiores-cidades-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/?p=1751","title":{"rendered":"Clipping: Ciclovias ficam para \u201camanh\u00e3\u201d nas maiores cidades do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Por <a href=\"http:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/m\/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1414691&amp;tit=Ciclovias-ficam-para-amanha-nas-maiores-cidades-do-Parana\">Gazeta do Povo<\/a><\/p>\n<p><em>Gestores alegam que amplia\u00e7\u00e3o de rede para ciclistas \u00e9 bonita na teoria. Cria\u00e7\u00e3o de faixas exige gastos onerosos com infraestrutura<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/270-ciclovias_071013.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1752\" alt=\"270--ciclovias_071013\" src=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/270-ciclovias_071013.jpg\" width=\"270\" height=\"180\" \/><\/a><\/p>\n<p>Na pauta de discuss\u00f5es do Congresso Nacional, as ciclovias podem se tornar obrigat\u00f3rias em pelo menos 10% do total de ruas abrangidas por projetos municipais de amplia\u00e7\u00e3o ou reforma da malha vi\u00e1ria. A proposta, aprovada pela Comiss\u00e3o de Desenvolvimento Urbano da C\u00e2mara, estimula prefeituras a investirem em projetos de ciclomobilidade e a oferecer mais um modal de transporte \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Hoje, no entanto, planos na \u00e1rea s\u00e3o o que n\u00e3o faltam nas maiores cidades do Paran\u00e1. O que essas prefeituras ainda n\u00e3o t\u00eam s\u00e3o recursos financeiros para tirar as redes ciclovi\u00e1rias do papel.<\/p>\n<p>A sa\u00edda para driblar a escassez de verbas tem sido a inclus\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o de ciclovias em projetos mais amplos de mobilidade urbana \u2013 caminho que j\u00e1 vem sendo trilhado por Curitiba, Cascavel, Foz do Igua\u00e7u e Londrina. Na Regi\u00e3o Oeste, as novas vias de Cascavel destinadas \u00e0s \u201cmagrelas\u201d dependem de um financiamento junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na casa dos US$ 28,6 milh\u00f5es. O munic\u00edpio entrar\u00e1 com contrapartida no mesmo valor para garantir a totalidade do projeto.<\/p>\n<p>Segundo o diretor municipal de Planejamento e Pesquisa, o engenheiro civil Adir dos Santos Tormes, a proposta compreende pavimenta\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o de corredores exclusivos para \u00f4nibus, centros de conviv\u00eancia, parques ambientais, al\u00e9m de novos terminais para o transporte coletivo, atendidos por biciclet\u00e1rios e ciclovias ligando bairros ao centro, entre outras interven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Com a medida, as ciclovias, at\u00e9 ent\u00e3o coadjuvantes no projeto, podem passar de 12 quil\u00f4metros para 32 quil\u00f4metros na cidade. \u201cFazer as ciclovias fora desse pacote seria invi\u00e1vel\u201d, admite Tormes, ao comentar que a rede para ciclistas em Cascavel j\u00e1 oferece risco aos usu\u00e1rios. \u201cDepois de um tempo, nossa ciclovia acabou sendo compartilhada com pedestres, que reclamam das bicicletas\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>Planos, apenas<\/strong><\/p>\n<p>Em Foz do Igua\u00e7u, onde existem apenas 7 quil\u00f4metros de ciclovias, n\u00e3o \u00e9 diferente. A engenheira Priscila Mantovani relata que a instala\u00e7\u00e3o de mais 14 quil\u00f4metros de rede est\u00e1 atrelada a outras interven\u00e7\u00f5es urbanas mais extensas. H\u00e1 ainda um projeto espec\u00edfico para mais 12 quil\u00f4metros, mas a proposta n\u00e3o tem recursos garantidos. Sem falar em valores, Priscila assinala que a demanda est\u00e1 sendo pleiteada junto ao Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC). \u201cS\u00e3o projetos que pedem a requalifica\u00e7\u00e3o das vias, por isso s\u00e3o mais amplos\u201d, observa.<\/p>\n<p>O mesmo ocorre em Ponta Grossa, munic\u00edpio que ainda n\u00e3o conta com uma rede ciclovi\u00e1ria. A prefeitura trabalha com um projeto de mobilidade urbana de mais de R$ 50 milh\u00f5es, de acordo com informa\u00e7\u00f5es do secret\u00e1rio municipal de Planejamento, Jo\u00e3o Ney Mar\u00e7al. O valor, or\u00e7ado para as interven\u00e7\u00f5es em apenas uma regi\u00e3o da cidade, a Uvaranas, prev\u00ea a abertura de ruas e a prioriza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo, entre outras interven\u00e7\u00f5es. \u201cSer\u00e1 uma a\u00e7\u00e3o integrada ao sistema de ciclovias, at\u00e9 porque n\u00e3o temos recursos para uma a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. Vamos buscar recursos junto ao governo federal\u201d, pontua.<\/p>\n<p><big><strong>Para cicloativista, legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 clara<\/strong><\/big><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Carlos Assun\u00e7\u00e3o Be\u00adlotto, coordenador do projeto de extens\u00e3o Ciclovida, da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), avalia que a proposta em discuss\u00e3o na C\u00e2mara, de que munic\u00edpios devem reservar ao menos 10% das novas malhas vi\u00e1rias para ciclovias, \u00e9 importante para estimular o uso da bicicleta como modal de transporte no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Belotto sustenta, entretanto, que a ciclomobilidade deve ser tratada como j\u00e1 prescreve a legisla\u00e7\u00e3o. \u201cA Lei de Mobilidade Urbana, sancionada em 2012, prev\u00ea que os meios de transporte coletivos e n\u00e3o motorizados sejam a prioridade considerada pelas cidades. Mas isso ainda \u00e9 colocado de forma gen\u00e9rica. Precisamos de leis complementares para mostrar como tornar isso realmente prioridade\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Para ir adiante, diz Be\u00adlotto, \u00e9 necess\u00e1rio acompanhamento e, principalmente, novas posturas quanto \u00e0 import\u00e2ncia das ciclovias para a mobilidade urbana. \u201cOs recursos para a amplia\u00e7\u00e3o das ciclovias precisam ser previstos em lei. \u00c9 necess\u00e1rio que haja fiscaliza\u00e7\u00e3o para que as verbas estejam vinculadas \u00e0 exist\u00eancia de novas redes, obrigando as prefeituras a instalarem mais ciclovias\u201d, pontua.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gazeta do Povo Gestores alegam que amplia\u00e7\u00e3o de rede para ciclistas \u00e9 bonita na teoria. 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