{"id":1584,"date":"2013-07-21T16:07:56","date_gmt":"2013-07-21T19:07:56","guid":{"rendered":"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/?p=1584"},"modified":"2013-07-21T16:07:56","modified_gmt":"2013-07-21T19:07:56","slug":"capital-do-ciclismo-amsterda-enfrenta-falta-de-vagas-para-bicicletas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/?p=1584","title":{"rendered":"Capital do ciclismo, Amsterd\u00e3 enfrenta falta de vagas para bicicletas"},"content":{"rendered":"<p>Por <strong>G1 &#8211;<\/strong>\u00a0Do New York Times<\/p>\n<p><em>Cidade na Holanda tem enfrentado &#8216;caos&#8217; devido ao excesso de bikes.\u00a0Ciclovias da capital europeia j\u00e1 dividem espa\u00e7o com motocicletas.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image001.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1585\" alt=\"image001\" src=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image001.jpg\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image001.jpg 620w, https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image001-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<div><b>Considerada a capital mundial das bicicletas, Amsterd\u00e3, na Holanda, sofre agora com a falta de espa\u00e7o para guardar as bikes de seus moradores (Foto: Pavel Prokopchik\/The New York Times)<\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por volta das 6h30 durante a semana, uma multid\u00e3o de bicicletas, com um punhado de motonetas e pedestres, transborda das balsas que transportam ciclistas e outros passageiros, sem custo, para o outro lado do porto IJ (pronuncia-se &#8220;ai&#8221;), entupindo as ruas e causando congestionamento atr\u00e1s da principal esta\u00e7\u00e3o de trem de Amsterd\u00e3.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Durante a tarde \u00e9 ainda pior&#8221;, lamentou Erwin Schoof, um metal\u00fargico na casa dos 20, que mora no centro da cidade, repleto de canais, e luta contra o caos diariamente para atravess\u00e1-la at\u00e9 seu trabalho. Willem van Heijningen, funcion\u00e1rio ferrovi\u00e1rio respons\u00e1vel pelas bicicletas ao redor da esta\u00e7\u00e3o, disse: &#8220;N\u00e3o \u00e9 uma zona de guerra, mas \u00e9 a coisa mais pr\u00f3xima disso&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Esse fluxo entupido de ciclistas \u00e9 apenas um de muitos, em uma cidade famosa por suas bicicletas, como Los Angeles \u00e9 por seus carros ou Veneza por suas g\u00f4ndolas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ciclistas jovens e idosos pedalam por faixas estreitas e junto aos canais. M\u00e3es e pais balan\u00e7am as crian\u00e7as pequenas em caixas de madeira espa\u00e7osas afixadas \u00e0s bicicletas, levando-as de balsa para a escola ou para a creche. Carpinteiros carregam ferramentas e material em engenhocas parecidas e os eletricistas, seus cabos. Poucos usam capacete. Cada vez mais, algumas pessoas dizem o que era simplesmente impens\u00e1vel alguns anos atr\u00e1s: h\u00e1 bicicletas demais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Muitos moradores de Amsterd\u00e3 dizem que n\u00e3o \u00e9 tanto o congestionamento que incomoda a maioria deles, mas sim o problema de onde estacionar as bicicletas uma vez que chegam ao destino, numa cidade com praticamente mais \u00e1gua do que superf\u00edcies pavimentadas<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Enquanto cidades como Nova York lutam para fazer com que as pessoas andem de bicicleta,\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/mundo\/holanda\/cidade\/amsterda.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><b>Amsterd\u00e3<\/b><\/a>\u00a0tenta manter a tal horda sob controle. Em uma cidade com 800 mil habitantes, h\u00e1 880 mil bicicletas, estima o governo \u2013 quatro vezes o n\u00famero de carros.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Nos \u00faltimos 20 anos, as viagens de bicicleta cresceram 40%, de modo que agora, cerca de 32% de todas as viagens dentro da cidade s\u00e3o feitas de bicicleta, comparadas aos 22% das viagens de carro.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>Ranking mundial<\/b><\/div>\n<div>\nAplaudindo a conquista, uma consultoria de planejamento urbano dinamarquesa, a Copenhagenize Design, que publica uma lista anual das 20 melhores cidades para se andar de bicicleta, colocou Amsterd\u00e3 em primeiro lugar este ano, como ocorreu, v\u00e1rias vezes, no passado. A lista consiste, na maior parte, de cidades europeias, embora T\u00f3quio, Nagoia, Rio de Janeiro e Montreal tamb\u00e9m estejam inclu\u00eddas no ranking.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Muitos moradores de Amsterd\u00e3 dizem que n\u00e3o \u00e9 tanto o congestionamento que incomoda a maioria deles, mas sim o problema de onde estacionar as bicicletas uma vez que chegam ao destino, numa cidade com praticamente mais \u00e1gua do que superf\u00edcies pavimentadas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;D\u00ea s\u00f3 uma olhada nesse lugar!&#8221;, disse Xem Smit, de 22 anos, que, durante o ano passado, lutou para manter a ordem em um estacionamento municipal para bicicletas no cora\u00e7\u00e3o da cidade, sacudindo as m\u00e3os para bicicletas acorrentadas a postes, bancos, \u00e1rvores e quase qualquer outro objeto fixo do outro lado de uma pra\u00e7a arborizada entre o mercado de a\u00e7\u00f5es e a grande loja de departamento De Bijenkorf.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Eu ou\u00e7o reclama\u00e7\u00f5es o tempo todo&#8221;, disse Smit. &#8220;N\u00e3o \u00e9 bom para bicicletas \u2013 n\u00e3o!&#8221;. Seu min\u00fasculo estacionamento cercado tem, oficialmente, espa\u00e7o para 140 bicicletas, mas ele rotineiramente abarrota mais algumas. &#8220;Meu recorde \u00e9 152&#8221;, disse ele.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O problema de Smit \u00e9, em grande parte, o que mant\u00e9m Thomas Koorn, do Departamento de Transporte e Tr\u00e2nsito de Amsterd\u00e3, acordado \u00e0 noite. &#8220;N\u00f3s temos s\u00e9rios problemas de estacionamento&#8221;, disse ele na sala de reuni\u00f5es observando o IJ. Nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas, explicou Koorn, a cidade ir\u00e1 investir 135 milh\u00f5es de d\u00f3lares para melhorar a infraestrutura para as bicicletas, incluindo a cria\u00e7\u00e3o de 38 mil estacionamentos &#8220;nos pontos mais populares&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;N\u00f3s n\u00e3o achamos que h\u00e1 uma crise; queremos manter o atrativo&#8221;, Koorn disse. Ele fez uma pausa e ent\u00e3o, completou: &#8220;N\u00e3o d\u00e1 para imaginar o que seria se esse congestionamento todo fosse de carros&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>H\u00e1 880 mil bicicletas em Amsterd\u00e3 quatro vezes mais que o n\u00famero de carros e 80 mil unidades a mais que o total de habitantes. Nos \u00faltimos 20 anos, as viagens de bicicleta cresceram 40%, de modo que agora, cerca de 32% de todas as viagens dentro da cidade s\u00e3o feitas de bicicleta, comparadas aos 22% das viagens de carro.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>Bicicletas per capta<\/b><\/div>\n<div>\nParte do problema, \u00e9 que muitos moradores de Amsterd\u00e3 n\u00e3o ficam satisfeitos com apenas uma bicicleta e, frequentemente, n\u00e3o ligam para onde deixaram as que t\u00eam. &#8220;Eu tenho tr\u00eas&#8221;, disse Timo Klein, de 23 anos, estudante de economia, pegando uma delas do meio de um emaranhado de bicicletas na pra\u00e7a central Dam, algumas ainda us\u00e1veis, outras claramente destru\u00eddas.<\/div>\n<div>&#8220;Se uma quebra, eu n\u00e3o preciso usar transporte p\u00fablico&#8221;, como \u00f4nibus e bondes que, na vis\u00e3o da cidade, entopem as ruas e s\u00e3o mais lentos do que as bicicletas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Com tantas bicicletas , um dos lobbies mais poderosos da cidade \u00e9 o Fietsersbond, ou Uni\u00e3o dos Ciclistas, com seus 4 mil membros locais. Refletindo sobre porque os moradores de Amsterd\u00e3 se interessam tanto por bicicletas, Mich\u00e8l Post, funcion\u00e1rio da Uni\u00e3o, atribuiu o motivo \u00e0 densidade do pa\u00eds.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Nosso pa\u00eds \u00e9 pequeno&#8221;, disse Post, que pedala 11,3 quil\u00f4metros todos os dias para pegar um trem no centro de Amsterd\u00e3. &#8220;E o pa\u00eds todo \u00e9 plano, e o clima n\u00e3o \u00e9 extremo. Temos muita sorte.&#8221;<\/div>\n<div><b>\u00a0<\/b><\/div>\n<div><b>Desafios pela frente<\/b><\/div>\n<div>\nAinda assim, mesmo os defensores das bicicletas como Post reconhecem que h\u00e1 desafios. Um \u00e9 a recente prolifera\u00e7\u00e3o das scooters, algumas das quais t\u00eam permiss\u00e3o para usar ciclovias, frequentemente causando acidentes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Enquanto as scooters barulhentas somam apenas 3% do tr\u00e2nsito, elas s\u00e3o respons\u00e1veis por 16% dos acidentes de tr\u00e2nsito. &#8220;A cidade n\u00e3o consegue lidar com isso&#8221;, disse ele. &#8220;N\u00f3s precisamos de uma mudan\u00e7a.&#8221;<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Entretanto, o maior desafio \u00e9 o estacionamento descontrolado das bicicletas, reconheceu Post. &#8220;H\u00e1 bicicletas demais&#8221;, disse ele. &#8220;Nas esta\u00e7\u00f5es de trem, nos shoppings, nas \u00e1reas residenciais, em todo lugar h\u00e1 mais bicicletas do que lugar para estacion\u00e1-las.&#8221;<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Quando voc\u00ea olha para as grandes pra\u00e7as na sexta \u00e0 noite, o lugar est\u00e1 completamente coberto de bicicletas&#8221;, continuou. &#8220;H\u00e1 tamb\u00e9m a quest\u00e3o dos valores est\u00e9ticos.&#8221;<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A esta\u00e7\u00e3o principal da cidade, que celebrar\u00e1 seu anivers\u00e1rio de 125 anos no ano que vem, \u00e9 um ponto focal do problema, e durante a d\u00e9cada passada a Netherlands Railways criou mais de 10 mil estacionamentos para bicicleta.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>At\u00e9 2020, estima-se que o n\u00famero aumente para 17 mil, em parte, por conta da constru\u00e7\u00e3o de uma garagem subterr\u00e2nea de US$ 27 mil em frente ao enorme pr\u00e9dio de tijolinhos vermelhos. Uma d\u00e9cada atr\u00e1s, uma garagem de tr\u00eas andares projetada para comportar 2.500 bicicletas foi erguida; hoje, frequentemente, acomoda quase 3.500 delas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Se tornou uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica&#8221;, disse van Heijningen, funcion\u00e1rio ferrovi\u00e1rio, que tem tr\u00eas bicicletas, e que pedala uma delas at\u00e9 o trabalho todo dia. &#8220;\u00c9 o item mais fotografado de Amsterd\u00e3.&#8221; Uma balsa em desuso foi colocada no IJ para acomodar mais de 400 bicicletas. Ainda assim, ele disse, a demanda \u00e9 muito maior do que a oferta.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Quando voc\u00ea olha para as grandes pra\u00e7as na sexta \u00e0 noite, o lugar est\u00e1 completamente coberto de bicicletas&#8221;<\/div>\n<div align=\"right\"><b>Mich\u00e8l Post, da Uni\u00e3o dos Ciclistas de Amsterd\u00e3<\/b><\/div>\n<div><b>Uso sem limites<\/b><\/div>\n<div>\nPassageiros gostam de largar suas bicicletas perto da esta\u00e7\u00e3o antes de embarcarem no trem, muitas vezes apenas acorrentando-as a postes, em frente a entrada da esta\u00e7\u00e3o, disse ele. Trabalhadores removem cerca de 100 dessas bicicletas todos os dias, quebrando as correntes com trava, disse Van Heijningen.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ainda assim, ningu\u00e9m sonha em limitar o uso das bicicletas. Na verdade, quando o renomado Rijksmuseum, a joia da coroa da cidade, reabriu em abril, depois de uma reforma de 10 anos e US$ 500 milh\u00f5es, os lobistas de bicicleta celebraram uma vit\u00f3ria quando os guardas removeram as barreiras para uma ciclovia pelo centro do museu.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O diretor do museu, Wim Pijbes, procurou eliminar a ciclovia e colocar a entrada do museu no lugar, fazendo com que os ciclistas pedalassem ao redor do pr\u00e9dio para proteger os pedestres.<\/div>\n<div>No entanto, a Uni\u00e3o dos Ciclistas, apoiada por uma peti\u00e7\u00e3o que mostrava um esmagador apoio popular, ganharam a batalha. &#8220;O lobby certamente ajudou&#8221;, disse Koorn, respons\u00e1vel pelo transporte da cidade.<\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image002.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1586\" alt=\"image002\" src=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image002.jpg\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image002.jpg 620w, https:\/\/ciclovida.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/image002-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por G1 &#8211;\u00a0Do New York Times Cidade na Holanda tem enfrentado &#8216;caos&#8217; devido ao excesso de bikes.\u00a0Ciclovias da capital europeia j\u00e1 dividem espa\u00e7o com motocicletas. 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